segunda-feira, 11 de abril de 2011

Cidadania.

Não me arrependo do meu voto nas últimas presidenciais. Votei num movimento de cidadania, que atingiu uns históricos 600 mil votos. Infelizmente uma grande maioria optou por eleger uma personagem de carácter dúbio. Nada de novo na democracia nacional, pejada que está de personagens de carácter dúbio.  

Ontem Nobre errou. Desiludiu quem em si confiou. Em Janeiro nós não erramos. Isso tem que ficar claro. Quem votou na cidadania e quem entende que a sociedade civil deve ter uma maior capacidade interventiva nos destinos do país, não pode nunca sentir-se defraudado(a) por ter optado pela cidadania ao invés da habitual clientela partidária.


Não podemos atirar a cidadania para uma gaveta. Não podemos baixar os braços, errando como Nobre errou. Dia 5 de Junho, lá estarei para demonstrar o meu descontentamento, pelo actual sistema partidário. O meu descontentamento pela imoralidade que tomou conta da nossa classe politica. Falta ética, competência e agora um pouco de nobreza, mas, onde está a novidade? 

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