Mestre André, ou simplesmente André, desde logo um sentido obrigado por todas as alegrias que me tens dado ao longo destes meses que levas no comando técnico da equipa de futebol do nosso Porto. Contigo ao leme da nau, voltei a acreditar que não há barreira intrasponível. A nau resiste a tudo: Ferreira, Gomes, Xistra, etc, por muito tormentosos que tenham sido, revelaram-se insuficientes para fazer naufragar a tua, a nossa nau.
Mestre André, bem sei que grande parte do mérito, pertence também ao nosso eterno comandante: o velhinho e astuto Pinto da Costa. Mas, dele já muito se falou. Dele já quase tudo se disse, inclusive até a própria morte virou tema de conversa em pornográficos canais televisivos, onde seres humanos foram trocados por meros suínos. Mas, nada há a fazer. Felizmente não são todos assim.
André, fazes lembrar um tal de José, na competência, fome de vitória e na elegância, mas, para além dessas semelhanças, tens algo que ele não tinha e que nós adoramos: o amor ao nosso símbolo, à região e à cidade. Olhando para o banco, vejo um "doente" pelo nosso Porto, tal e qual eu sou. Vejo alguém que como eu, detesta a sobranceria dos que vencem antes do apito inicial e a sua arrogância por diariamente aparecerem na capa de jornais centralistas. André, contrariamente ao José, és um portista, és um dos nossos e isso faz com que tu sejas verdadeiramente especial.
Para terminar, espero que concedas três dias de folga a esses valentes dragões, que até à exaustão, contra tudo e contra todos, lá conseguiram dar mais uma alegria a uma região tão fortemente marcada pela depressão causada pelos centralistas. Três dias, a todos, menos um: João Moutinho. A esse espero que lhe concedas quatro, ou mesmo cinco dias. Que leão! Ups! Que dragão!

Tás aqui tas-lhe a dar o rabinho.
ResponderExcluirLOL. Assino por baixo do comentário acima.
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